quinta-feira, julho 23, 2026
REVISTA TITITI
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Entretenimento
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Entretenimento
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
REVISTA TITITI
No Result
View All Result
Home Entretenimento

Sururu na Roda vai de Noel Rosa a Dudu Nobre na linha do tempo de álbum feito sob direção musical de Rildo Hora

redacao by redacao
23/07/2026
in Entretenimento
0 0
0
Sururu na Roda vai de Noel Rosa a Dudu Nobre na linha do tempo de álbum feito sob direção musical de Rildo Hora
0
SHARES
0
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter


Silvio Carvalho (à esquerda), Ana Costa e Fabiano Salek integram a formação do grupo carioca Sururu na Roda no álbum ‘Na linha do tempo’
Rogério Von Kruger / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Em cena desde 2000, ano em que se formou na familiaridade de encontros nos jardins da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), o grupo Sururu na Roda já teve várias formações ao longo de 26 anos de atuação. E é como um trio – integrado por Ana Costa (voz e violão), Fabiano Salek (voz e percussão) e Silvio Carvalho (voz e percussão) – que o Sururu arredonda a data e festeja 25 anos de carreira com o álbum “Na linha do tempo”.
Em rotação nos players de áudio a partir de amanhã, sexta-feira, 24 de julho, o álbum foi gravado sob direção musical de Rildo Hora, produtor de importância fundamental nas discografias de Beth Carvalho (1946 – 2019), Martinho da Vila e Zeca Pagodinho.
Na linha do tempo do repertório formado somente por regravações de sucessos do samba, o grupo carioca vai de Noel Rosa (1910 – 1937) e Vadico (1910 – 1962) – compositores do samba-choro “Conversa de botequim” (1935) – a Dudu Nobre e Roque Ferreira, parceiros em “Água da minha sede”, samba lançado por Zeca Pagodinho em 2000, ano da criação do Sururu na Roda.
A cronologia do repertório do álbum “Na linha do tempo” abarca sambas de Martinho da Vila (“Ex-amor”, de 1981) e Gonzaguinha (1945 – 1991), de quem o grupo rebobina o politizado samba “É” (1988).
Em seleção dominada por sambas lançados na década de 1980, o Sururu também reabre “Testamento de partideiro” (Candeia, 1976), refaz “Mutirão de amor” (Jorge Aragão, Zeca Pagodinho e Sombrinha, 1983), revive “Seja sambista também” (Arlindo Cruz e Sombrinha, 1984), reacende “Fogo de saudade” (Sombrinha e Adilson Victor, 1986), dá “Sorriso aberto” (Guaraci Sant’anna, o Guará, 1988)” e replanta “Pura semente” (Acyr Marques e Arlindo Cruz, 1989).
Obra-prima da parceria de Elton Medeiros (1930 – 2019) com Zé Kétti (1921 – 1999), “Mascarada” (1966) também ganha registro do Sururu no álbum em gravação feita com a adesão de Mart’nália. Já Marcelo Caldi toca piano em “Conversa de botequim”, “É”, “Ex-amor” e “Fogo de saudade”.
Além de ter feito a direção musical do álbum “Na linha do tempo”, Rildo Hora toca realejo em nove das 12 faixas.
Capa do álbum ‘Na linha do tempo’, do grupo Sururu na Roda
Rogério Von Kruger / Divulgaçãon
Fonte: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/blog/mauro-ferreira/post/2026/07/23/sururu-na-roda-vai-de-noel-rosa-a-dudu-nobre-na-linha-do-tempo-de-album-feito-sob-direcao-musical-de-rildo-hora.ghtml

Previous Post

Fãs protestam e pedem liberdade de Deolane na Avenida Paulista

Next Post

Boninho e os desafios da estreia na Record: por que “Casa do Patrão” ficou aquém

redacao

redacao

Next Post
Boninho e os desafios da estreia na Record: por que “Casa do Patrão” ficou aquém

Boninho e os desafios da estreia na Record: por que “Casa do Patrão” ficou aquém

  • Contato
  • Quem Somos
  • REVISTA TITITI
  • Sample Page

© 2026 REVISTA TITITI

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Entretenimento
  • Geral
  • Contato

© 2026 REVISTA TITITI